“Faça Você Mesmo”

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17/03/2017

Se você navega em sites de reformas ou de decoração, já deve ter visto a sigla DIY. Ela é a abreviação da frase em inglês ‘Do It Yourself’, que em português significa ‘Faça Você Mesmo’.

Essa cultura, ‘Faça Você Mesmo’, é muito comum em outros países, onde a mão de obra especializada é muito cara. Os serviços de marcenaria, reforma, pintura, são caros e não são acessíveis para todos. Então, é comum as pessoas terem ferramentas em casa, até mesmo uma pequena oficina na garagem para fazer pequenos reparos.

Em programas de TV sobre reformas, é comum as pessoas reformarem móveis, trocarem estofados, costurarem cortinas e até mesmo fazerem armários para a casa sem contratar um profissional.

 

Com a blogueira, Ana Medeiros. Ela fala sobre o DIY, ‘Faça Você Mesmo’

 

 

Trump propõe cortes de ajuda a programas da ONU sobre o clima

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou nesta quinta-feira uma proposta de orçamento ao Congresso americano em que pretende eliminar os fundos destinados aos programas da Organização das Nações Unidas, sobre o clima. Os cortes, que alcançam 1,3 bilhão de dólares, incluem o fim da participação financeira dos Estados Unidos no Fundo Verde da ONU para o Clima.

Em sua primeira proposta orçamentária, destinada ao ano de 2018, Trump também pretende reduzir em quase 1/3 os fundos da Agência de Proteção Ambiental americana, a principal instituição do país a cargo das questões envolvendo as mudanças climáticas.

Se as propostas de Trump forem aceitas pelos congressistas, o orçamento da agência será reduzido em 2,6 bilhões de dólares, o que incluiria a eliminação de 3.200 postos de trabalho, cerca de um quinto de todos os cargos.

 

Museu do Sertão em Petrolina

O Museu do Sertão expõe um rico patrimônio histórico, sacro e artístico, constituído por mais de TRÊS mil objetos relacionados à história e cultura da região sertaneja. Entre outras coleções expostas no museu, alguns temas como meio ambiente, cultura, artesanato, moradia rural, valores da economia, política, religião e da sociedade no sertão são disponíveis para observação.

Lá, também é possível observar pertences do Rei do Cangaço, o Lampião, do primeiro bispo de Petrolina, Dom Malan, entre outros. Algumas salas também são dispostas com temas como o Rio São Francisco, além de um jardim com a flora e fauna da caatinga.

As marcas do passado e presente do sertão, e também seus diferentes aspecto e características, estão conservados, estudados e valorizados no Museu do Sertão.

O Museu do Sertão fica na Rua Esmelinda Brandão, no Centro em Petrolina, Pernambuco. Mais informações: (87) 38-62-19-43.

 

Escalando o Topo

Alison Levine fez uma trilha surpreendente ao topo do Monte Everest, que a maioria jamais pensaria em tentar. Ela falou dessa experiência em cadeia de rádio e TV, descrevendo os preparativos intensivos que precisou fazer.

O corpo humano, ela explicou, não tolera a altura extrema e as condições atmosféricas incomuns do Everest sem passar por meses de preparação. Os alpinistas não podem simplesmente juntar seus equipamentos e começar a escalada. É necessário muito preparo até que o corpo esteja pronto.

No início são necessárias semanas de escalada até o primeiro nível da montanha, retornando ao acampamento-base. Depois, escalam o próximo nível e regressam novamente. Este processo continua até que o corpo se aclimate e esteja totalmente preparado para subir ao topo da montanha mais alta do mundo.

Esses princípios de alpinismo podem se aplicar ao campo profissional e empresarial. Assim como o Monte Everest representa aventura e busca grandiosa para muitos dos que se envolvem com alpinismo, o trabalho também tem “Everestes” que sonhamos conquistar. Pode ser uma ideia empolgante, um objetivo grandioso ou um conceito de negócios único. Seja o que for, alcançá-lo requer planejamento, treinamento, preparação e provisão suficiente.

Assim como os preparativos da senhorita Levine para escalar o Monte Everest, às vezes nosso trabalho ou empresa aparentemente tem de recuar, regressando ao acampamento-base. Mas com perseverança, essa “caminhada para trás” pode ser um preparativo necessário para uma jornada bem-sucedida ao topo.

Hoje muitos insistem no sucesso instantâneo, na gratificação imediata de seus desejos. A TV, a intermediação da Internet e o poder de comunicação da mídia social, nos levam a esquecer que sucesso geralmente requer dispêndio considerável de tempo, energia, recursos e… paciência.

Com frequência esperamos ser recompensados em semanas, não anos. Contudo, ao considerar a história de negócios e empreendimentos, muitas das grandes realizações só vieram após muitos anos de esforço, tentativas, erros e fracassos. Inúmeras grandes ideias morreram sem alcançar sucesso, porque faltou determinação aos idealizadores para se apegar firmemente a elas. Não estavam dispostos a avançar e depois retornar ao “acampamento-base”, avançar mais um pouco e recuar novamente, até estarem inteiramente preparados para a arrancada final rumo ao sucesso.

Texto de Rick Boxx, adaptado por Israel Mazzacorati